Por favor amarrem-me ao chão
Não quero mais voar
Mundo real, onde estas?
Enfim, isso soa clichê
Tão clichê quanto minhas lágrimas de sangue.
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domingo, 19 de setembro de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Devaneios.
Afundado em um corpo febril
Onde eu fui parar nisso tudo?
Minhas mudanças vieram com o tempo
Mas eu sou o mesmo
Só o mesmo.
O contraste de escuro e claro
Não faz mais sentido
Pois meus olhos ja estão fechados
Fui cegado
Talvez mais um dos meu devaneios
É assim em todas as meias-noite
Sera que ainda estou vivo?
Minha armadura caiu
Sinto o gelo frio da noite
Talvez o etilico não sirva mais pra nada
Só uma bobeiras adolecente
Em busca de prazer,somente
Em busca de minhas conquistas
Meu jogo sujo continua
Poderia culpar a todos por eu ser assim?
Fui cegado
Onde eu fui parar nisso tudo?
Minhas mudanças vieram com o tempo
Mas eu sou o mesmo
Só o mesmo.
O contraste de escuro e claro
Não faz mais sentido
Pois meus olhos ja estão fechados
Fui cegado
Talvez mais um dos meu devaneios
É assim em todas as meias-noite
Sera que ainda estou vivo?
Minha armadura caiu
Sinto o gelo frio da noite
Talvez o etilico não sirva mais pra nada
Só uma bobeiras adolecente
Em busca de prazer,somente
Em busca de minhas conquistas
Meu jogo sujo continua
Poderia culpar a todos por eu ser assim?
Fui cegado
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
Versos Para Mim Mesmo
Minha cabeça dói
Alucinantemente dói
No espelho vejo algo sem vida
Preto no branco, ausência de cor
Eu sei que te perdi em algum lugar
Oi, meu eu lirico esta aqui
Mas onde eu estou?
Talvez seja mais uma face
Meus delirios não poderiam ser menores
Tédio, rotina, medo, falta de calor, humanos.
Minha cabeça dói
Alucinantemente dói
Alucinantemente dói
No espelho vejo algo sem vida
Preto no branco, ausência de cor
Eu sei que te perdi em algum lugar
Oi, meu eu lirico esta aqui
Mas onde eu estou?
Talvez seja mais uma face
Meus delirios não poderiam ser menores
Tédio, rotina, medo, falta de calor, humanos.
Minha cabeça dói
Alucinantemente dói
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
E quando eu fizer dezoito
Eu menti muitas vezes pra mim mesmo
Pesando que eu sempre continuaria daquele jeito
Mais uma vez enganado
Acho que agora só torço pra não mudar
Mas sei que mais uma vez
Vou ver um passado ridiculo
E quando eu fizer dezoito, nada vai mudar.
Pesando que eu sempre continuaria daquele jeito
Mais uma vez enganado
Acho que agora só torço pra não mudar
Mas sei que mais uma vez
Vou ver um passado ridiculo
E quando eu fizer dezoito, nada vai mudar.
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Do Que Vale.

Agora me pergunto se eu sei amar
Sera que tudo o que eu senti foi mentira?
Sera que eu queria era mesmo aprisionar alguem pra mim?
Meu egoismo me impediu de compartilhar.
E agora?
Do que vale sofrer pelo o que eu chamava de tanto
Sendo que agora o que resta é só um aperto no peito
Vendo que o amor sempre esteve à milhas daqui.
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